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A segunda fase do eSocial se iniciará em abril

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Empregadores compõem o chamado terceiro grupo de integração ao sistema Chegou a hora dos empregadores optantes pelo Simples Nacional, dos empregadores pessoa física (exceto doméstico), dos produtores rurais pessoa física e das entidades sem fins lucrativos se integrarem ao Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial). Esses empregadores compõem o chamado terceiro grupo de integração ao sistema e de acordo com o cronograma de implantação, nessa primeira fase, deverão prestar informações relativas ao cadastro e as tabelas do empregador.  A segunda fase se iniciará em abril, e nesse momento, os empregadores passam a ser obrigados a enviar informações relativas aos trabalhadores e seus vínculos trabalhistas (eventos não periódicos). Ex: admissões, afastamentos e desligamentos. O eSocial tem como objetivos, entre outros, simplificar processos, garantir maior segurança jurídica e maximizar o tempo ao reduzir a entrega de diver...

Foco na gestão do seu negócio contábil

Gerir um empreendimento não é coisa fácil, requer muito estudo, disciplina, compromisso e foco. Agora imaginem, gerir um negócio contábil, onde além desses principais pontos, você contabilistas ainda tem que se manter atualizado com os assuntos que regem a área contábil, além de sempre estar buscando um atendimento de excelência junto aos seus clientes. Há tempos outrora, o contabilista apenas preocupava-se em realizar a tarefa técnica, para que todas as obrigações fossem feitas em tempo hábil e entregues sem transtornos, deixando a gestão do seu negócio contábil de lado, o que acaba por gerar um desconforto imenso quando o contabilista se dá conta que se perdeu no caminho. Essa questão se perpetua até os dias atuais para alguns contabilistas que ainda pensam como guarda-livros. Acham que a gestão do negócio contábil apenas deve se concentrar em emitir as faturas aos seus clientes, verificar recebimentos e atrasos, pagar seus funcionários e despesas, e com isso acabam misturando a...

DCTFWeb uma questão burocrática?

Esta obrigação criada em face a substituição das guias de recolhimento do INSS e FGTS, assim como o eSocial vem sofrendo alterações constantes em seu cronograma. No final do ano passado a receita através da IN 1853/2018, alterou mais uma vez o seu prazo de implantação deixando para os meses de abril e outubro de 2019 respectivamente, onde de acordo com este novo cronograma as empresas com faturamento até 76.000.000 entregarão em abril e as empresas do simples nacional em outubro. O mais incoerente é que primeiro os órgãos envolvidos, lançam essa obrigação, jogam a responsabilidade de uso no primeiro momento para às empresas, e começam a encontrar inconsistências e olhem que são muitas. As obrigam a terem que se adequar, em tempo recorde a esta nova tarefa, gerando diversos custos e investimentos envolvidos no processo. E quando começam a surgir as ditas inconsistências para não chamarmos aqui de erros de programação e sincronia com a legislação criada, e começam os r...

O eSocial e suas complexidades

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Desde a sua implantação em 2015 até a presente data os problemas para implantação real do eSocial só aumentam. O que era para facilitar a função das informações trabalhistas e fiscais e sociais, têm-se tornado um tormento na vida dos profissionais contábeis , de RH e de empresários em todo o Brasil. O que a priori era para ser de simples acesso e resolução para implementação e implantação, vem sendo o calcanhar de aquiles de profissionais não so da área contábil e RH, como também da área de TI. Transformando o departamento de Recursos Humanos dos empreendimentos brasileiros um caos, quando o assunto é a preparação para o eSocial. Como tenho dito em artigos anteriores, a RFB lançou o SPED e logo em seguida o eSocial (modulo independente) sem dar um suporte a altura e isto vem sendo empurrado a cada dia, devido as inconsistências apresentadas na geração dos arquivos de entrega, e até a presente data os cronogramas veem se alterando a cada dia.  As empresas que...

Empreender vale a pena?

Em um país com alto índice de encerramento de empresas, será que realmente vale a pena empreender?  A resposta é sim, vale muito a pena empreender. Existem obstáculos no mundo do empreendedorismo, mais que com muita força de vontade, foco, determinação e conhecimento no seu nicho com certeza valerá muito a pena. Foi veiculado há alguns meses um dado que deixou-me pensativo, pois o IBGE divulgou que em três anos 341,6 mil empresas encerram suas atividades, fato este que desmotiva o empreendedorismo no país. Porém mesmo diante destes desestímulos que são encontrados, podemos dizer que ainda vale a pena, desde que sigam os seguintes passos: 1. OBJETIVO DEFINIDO : Saber qual o ramo irá atuar e de que forma; 2. CONHECIMENTO ALIADO : Ter conhecimento sobre o ramo de atividade definido, se aprofundando em todas as suas vertentes de como funciona o ramo; 3. LOCALIZAÇÃO IDEAL : A escolha do local sempre foi o ponto chave para qualquer empreendimento; 4. LE...

A desburocratização, burocrática

Está sendo tramitado pelo governo a PL 10044/2018, que prevê a exigência de reconhecimento de firma de forma presencial dos sócios que compõem uma sociedade, desde sua constituição como para os demais atos praticados junto aos órgãos de Registro do Comércio.  A PL em referência, passará a exigir que quando da abertura de empresa em qualquer estado do território nacional, deverá obrigatoriamente haver o reconhecimento de firma das partes societárias de forma presencial. A bancada cartorária, luta pela aprovação desta matéria junto ao Governo e que seja sancionada o mais breve possível, porém vem tendo alguns entraves pela sua aprovação, devido ao alto grau de complexidade que envolve caso se torne Lei. O Governo que vem fazendo esforços em querer transmitir para a classe contábil e empresarial que há uma desburocratização disfarçada, quando na realidade, no Brasil o que se vê é uma onda de exigências na abertura que devem ser cumprida...

Contador, para que?

Há alguns dias ouvir essa pergunta vinda de um amigo, que tem um MEI ativo. Falou-me que o próprio faz a sua "contabilidade", que teria sido orientado sabe-se lá por quem, que era apenas deixar tudo organizado, separando as notas fiscais de entrada e saída, fazer seu livro caixa e estava tudo bem. Confesso que fiquei estarrecido com tais argumentos que fora usado para justificar a não necessidade de se ter um contador quando o assunto é MEI. Por um instante parei, e com meu senso critico e analítico dos fatos, o respondi a altura, esclarecendo-o da real necessidade de se ter um contador e que ele estaria cometendo um erro grosseiro e poderia leva-lo a pagar diversas multas por esta orientação errônea que o deram. Baseei-me na legislação vigente sobre o MEI e demais legislações contábeis e tributárias, para demonstrar o quanto somos peças importantes dentro de qualquer organização, sejam elas MEI, Micro, Pequena, Media ou Grande Porte.E acabei o convencendo ...